Esse será nosso blog de estimação durante a disciplina de Teoria da Comunicação I. Aqui falaremos sobre o cotidiano em forma de teoria.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Na capa da revista teen pra você olhar, Uô uô, baby... ♪

Hoje fui ler mais uma vez o texto e voltei minha atenção para uma parte que antes, confesso, só tinha "passado os olhos por cima".
"As obras de arte e as próprias idéias, senão as pessoas, são criadas, negociadas e consumidas como bens cada vez mais descartáveis [...]"
Por 1 segundo eu pensei: "COMO ASSIM CRIAR, NEGOCIAR E CONSUMIR PESSOAS?". Mas logo lembrei de um exemplo bem recente e bastante conhecido.
Os Colírios Capricho.



São basicamente meninos bonitos, fofos e famosos (?). Mas por quê famosos? Só porque são bonitos? Deve ter algo de errado ai...

                                                  (vou ter que confessar que esse me tira o fôlego! HAHAHA)

E onde foram parar o talento músical, a arte de atuar ou de escrever, ou até mesmo a de modelar, já que a beleza é que está em questão?


A Revista Capricho, que é voltada para o público feminino adolescente, decidiu colocar os Colírios, a fim de conseguir mais leitoras e manter as antigas leitoras. E parece que deu e está dando certo.


Mas nós bem sabemos que isso é uma coisa bem efêmera...


...como várias coisas produzidas pelas mídias, inclusive as coloridas demais! hahaha

A banda Strike até escreveu a música 'A tendência' que fala sobre essas 'modinhas':


Mas é isso ai, parece que criar e negociar pessoas é uma boa forma de lucrar bastante.

postado por: Hanna Negrão

2 comentários:

  1. adorei o post!
    Hanna como sempre aterrorizando :D

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  2. "Mas é isso ai, parece que criar e negociar pessoas é uma boa forma de lucrar bastante" infelizmente é exatamente isso que está acontecendo hoje. Você disse tudo quando escreveu que as pessoas mei que esqueceram do talento musical, o de atuar... enfim! O tempo passa e o objetivo e a forma de pensar dessas novas gerações vão mudando, assim como ja aconteceu com a geração de nossos pais ou avós em relação à nossa!

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