Esse será nosso blog de estimação durante a disciplina de Teoria da Comunicação I. Aqui falaremos sobre o cotidiano em forma de teoria.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dialética Iluminista e Indústria cultural.


Olá , meu nome é Georgia Lucas , e a parte que me cabe explicar é a Dialética do Iluminismo .
A Dialética do Iluminismo se dar no contexto da segunda guerra mundial onde o fascismo e o nazismo está acontecendo da Itália e Alemanha respectivamente.
Existiam influências Marxista e freudiana. O Iluminismo pregava : Independência do homem das opressões sociais, possibilidade de todos viverem em condições dignas e livres , porém na dialética era o oposto , não havia liberdade , e isso fica bem claro quando evidenciamos o contexto histórico , o nazismo e o fascismo era movimentos de repressão a liberdade do homem.
Nesse período também surge um grande interesse pelas as comunicações , tanto Mussolini quanto Hitler usaram os meios de comunicação em massa para induzirem toda uma nação a acreditar num ideal , e para manipular a população.
A partir disso como se sabe o sistema econômico capitalista ganhou força em todo mundo , e a sociedade tinha que manter esse sistema e conseguiram através de uma sociedade consumista , onde necessita-se de um consumo em massa para que essa possa se estabelecer.
A indústria cultural é algo simples , era como se usa os meios de comunicação em massa para “vender” uma cultura, de certa forma era a cultura virando mercadoria , onde você tinha que ser parte daquilo ou então você “tá fora”. Através disso se tinha um certo controle da população onde todos deveriam ser iguais . Porém houveram vários movimentos que se rebelaram contra isso.
Até hoje , temos esse tipo de controle em nossa sociedade através de padrões de beleza , comportamento , a classe social que se pertence ,o que se consume. Apesar de estar se extinguindo a cultura da sociedade em massa apesar hoje em dia se tem uma maior acesso a informação e vários meios de consegui-la por isso é mais difícil de ocorrer.


Jürgen Habermas, filósofo alemão, autor da Teoria da Esfera Pública
O filósofo fala um pouco sobre democracia como seu ponto de partida para analisar a comunicação e sua teoria comunicativa.

Legendas, arte esfera pública atual, edição final Regina Cunha para o Seminário UFRN Estudos Culturais e Midiáticos, Mestrado em Estudos da Mídia. Bibliografia: Compreender Habermas, Walter Reese-Schaffer, Ed.Vozes, 2009.





por: Diana Marques

domingo, 10 de outubro de 2010

Cores.

Olá!

Sim, a primeira palavra do post ficou super capenga e idiota, mas tem tudo a ver com o assunto que eu vou falar hoje.

Nos dias de hoje, está se tornando cada vez mais comum a venda de cultura, ideologia. As grandes empresas estão investidindo muito nessa 'mercadoria'. O jovem é o grande público alvo das empresas.
Eu vou tomar como exemplo a moda colorida, que está se espalhando entre os jovens de todo o mundo, e do Brasil, principalmente.
Para os jovens se vestir de forma colorida é o novo jeito de dizer que está alegre, de quebrar paradigmas e não deixa de ser uma forma de chamar a atenção das outras pessoas. A inspiração desses jovens vem de grupos de pop/rock da atualidade que usa de suas músicas pra vender essa imagem para os adolescentes.

Eu vou deixar um video pra vocês entenderem melhor essa 'moda colorida'.






postado por: Walber Rodrigues

domingo, 3 de outubro de 2010

Fresca pra você vê!

Queridos leitores, me chamo Diana Marques, e estou aqui para dizer a vocês que este post vai mostrar como nós eleitores estamos agindo na sociedade. Prometo que será breve sem lengalenga.

É... este foi um surto de político que tive aqui só para iniciar, caso não tenham entendido, vou explicar. Na minha parte do texto de Francisco Rüdiger é mostrada a política do séc. XIX, o desinteresse político da sociedade. Fala que "a cultura de mercado, embora pretenda ser apolítica, representa ela mesma uma forma de controle social ou mando organizacional". Ou seja, tudo que a gente compra e vende tem que ter um controle que é administrado por algum superior, líder ou algo do tipo e por aí vai.

Para exemplificar essa cultura de mercado hoje, temos a própria política, em época de eleição o que mais se vende são votos. Se de 100 pessoas 20 estão conscientes que estão votando num candidato competente é muito.


Rudiger, ainda falando de Habermas, diz que "Para ele, de fato, a crescente apatia ou desinteresse da população para com a ação política, senão pela própria vida democrática, é correlata à destruição da cultura como processo de formação libertador e de liberação de potenciais cognitivos que tem lugar na era da sua conversão em mercadoria".


As pessoas se acomodaram, não se importam mais em saber em quem estão votando, até porque os próprios candidatos são ridículos, fazem deles mesmos uma piada, mudando completamente o conceito de seriedade da política.